
Mariana Pajón – Foto: Rio 2016 / Lucas Freitas
São Paulo (SP) – A colombiana Mariana Pajón (GW Shimano) confirmou o favoritismo e foi campeã do Aquece Rio de BMX, evento-teste da Olimpíada de 2016 realizado neste fim de semana no Rio de Janeiro. Atual campeã olímpica – medalha de ouro em Londres 2012 -, campeã mundial de 2015 e líder do ranking da União Ciclística Internacional (UCI), a atleta provou que é o nome a ser batido na modalidade na Rio 2016. Com o título, Mariana garantiu 50 pontos no ranking mundial.
A competição precisou ser encurtada por causa da chuva. Por isso, prevaleceu o resultado da primeira rodada das quartas de final, na qual Mariana Pajón foi a mais rápida, superando a venezuelana Stefany Hernandez e a norte-americana Brooke Crain, respectivamente segunda e terceira colocadas.

Renato Rezende no pódio masculino – Foto: Rio 2016 / Lucas Freitas
O evento teve outros contratempos além da chuva. Na sexta-feira, os ciclistas se reuniram reivindicando mudanças na pista e fizeram apenas um reconhecimento, alegando falta de segurança. A organização do evento, então, fez alguns ajustes no sábado e concentrou todas as baterias de domingo na pista feminina, pois o solo da masculina ainda não estava compactado.
Ao contrário de alguns atletas, Mariana Pajón elogiou o circuito, segundo ela “rápido e desafiador, com saltos maiores que o habitual”. “Tenho mais ossos quebrados do que títulos mundiais. Se você quiser algo seguro, vá fazer natação”, disse a bem-humorada colombiana, 18 vezes campeã mundial, elencando os ossos do corpo já fraturados: pulso, costela, clavícula e tornozelo.
Renato Rezende é bronze – O carioca Renato Rezende (GT/FOP/Shimano) também se destacou na competição, obtendo o melhor resultado da seleção brasileira de BMX. O ciclista conquistou a medalha de bronze entre os homens, atrás apenas do letão Edzus Treimanis e do francês Amidou Mir, resultado com o qual somou 40 pontos no ranking mundial. O colombiano Carlos Oquendo (GW Shimano) ficou em sétimo, obtendo 26 pontos UCI.

Guilherme Müller no topo do pódio – Foto: Divulgação
“A pista está boa, mas ainda precisa de alguns retoques. As autoridades tiveram um grande aprendizado com esse evento-teste, que serviu para mostrar a realidade e apontar as adaptações necessárias para a Rio 2016”, avaliou Renato.
Taça Brasil – O Shimano Sports Team conseguiu resultados importantes na terceira e última etapa da Taça Brasil de Cross Country, realizada neste domingo (4) em Rio das Ostras (RJ). O mineiro Guilherme Müller (LM/Shimano) foi campeão da sub-23 – com mais de cinco minutos de vantagem em relação ao segundo colocado, Naydson Cortes -, enquanto a paulista Jaqueline Borba (Lar/Scott/Shimano) venceu a júnior, seguida pela mineira Karen Olímpio (Oggi/Isapa/Shimano), segunda colocada.
“Foi uma prova muito intensa. Forcei na largada para começar a corrida bem posicionado e logo assumi a liderança, passando a me aproximar dos atletas da elite para andar no ritmo deles e consolidar a primeira posição na sub-23”, declarou Guilherme, que ganhou 15 pontos no ranking mundial e dividiu o pódio com Bruno Martins (Caloi Elite Team/Shimano), quarto lugar.

Pódio da elite masculina na Taça Brasil – Foto: Divulgação
Na elite masculina, o mineiro Sherman Trezza (Caloi Elite Team/Shimano) foi o quarto e obteve 25 pontos UCI, seguido pelo companheiro de equipe e também mineiro Frederico Mariano, com 20 pontos somados no ranking mundial graças ao quinto lugar. A vitória ficou com o italiano Marco Fontana.
Na elite feminina, a mineira Isabella Lacerda (LM/Shimano) foi a quarta colocada, conseguindo 25 pontos no ranking mundial – a mexicana Daniela Campuzano venceu. Outro resultado expressivo foi obtido por Juliano Cocuzzi (Lar/Scott/Shimano), terceiro na júnior masculina.

Pódio da júnior feminina na Taça Brasil – Foto: Divulgação
Outros cinco ciclistas Shimano competiram na elite masculina: Marcelo Cândido (LM/Shimano), sexto e 18 pontos conquistados; Ricardo Pscheidt (Trek/Shimano), nono e 12 pontos na conta; Guilherme Saad (Groove/Shimano), décimo e dez pontos somados; Daniel Grossi (Groove/Shimano), 12º e seis pontos conquistados; e Luiz Cocuzzi (Lar/Scott/Shimano), 17º.
Kennedi Lago – O baiano Kennedi Lago (Oggi/Isapa/Shimano) participou da terceira e última etapa da Copa Mosso neste fim de semana, em Feira de Santana (BA). O ciclista teve problemas na final do short track, sábado (3), mas se recuperou no XCM de domingo (4), terminando a etapa como campeão da sub-30 e sétimo da super elite.
Sobre a Shimano – Empresa líder de mercado em componentes e acessórios para bicicleta e pesca, a Shimano foi criada em 1921 e possui sede em Sakai, no Japão. O escritório da Shimano Latin America (SLA) foi fundado em 2007.
A Shimano desenvolveu as exclusivas tecnologias STI (Shimano Total Integration – alavanca de marchas e freio integrados), SPD (Shimano Pedaling Dynamics – para sapatilhas e pedais) e SIS (Shimano IndexSystem), reconhecidos e referência no mundo todo. Possui entre suas marcas nomes que são sinônimos de qualidade e performance no universo ciclístico: XTR, Dura Ace, Ultegra, DI2.
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Mariana Pajón – Foto: Rio 2016 / Lucas Freitas
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Renato Rezende no pódio masculino – Foto: Rio 2016 / Lucas Freitas
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Guilherme Müller no topo do pódio – Foto: Divulgação
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Pódio da júnior feminina na Taça Brasil – Foto: Divulgação
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Pódio da elite masculina na Taça Brasil – Foto: Divulgação
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Isabella no pódio da elite feminina – Foto: Divulgação
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Pódio da júnior masculina na Taça Brasil – Foto: Divulgação
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Kennedi Lago cruzando a linha de chegada – Foto: Divulgação